Engie Brasil investirá em centro global de pesquisas nas áreas de energias renováveis e cidades inteligentes

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Gabriel Mann, Eduardo Sattamini e Mauro Bähr, da Engie; Roberto Jaguaribe, da Apex/ Foto Divulgação/Carlos Gothe/Engie

A Engie Brasil vai investir em um laboratório especializado em projetos de pesquisa e desenvolvimento nas áreas de energias eólica e solar, cidades inteligentes, biogás e hidrogênio. Atualmente a companhia investe cerca de R$ 15 milhões anuais em inovação no Brasil. As instalações do laboratório estarão concluídas até o final deste ano.

Com esse objetivo foi assinado hoje um memorando de entendimento com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), o governo do estado de Santa Catarina e a prefeitura de Florianópolis.  “A maioria dos projetos será executada em parceria, com entidades de pesquisa, empresas e startups”, disse o diretor-presidente da Engie Brasil, Maurício Bähr, após assinatura do memorando durante o Brasil Investiment Fórum da Apex-Brasil, em São Paulo. Ele informou que os recursos aportados vão privilegiar projetos que contribuam com novos negócios da empresa ou aprimorem soluções já oferecidas pelo grupo no Brasil e no mundo.

Economia descarbonizada

O Engie Lab é uma importante ferramenta na estratégia da empresa de liderar a transição energética global para uma economia descarbonizada, ofertando soluções inovadoras em energia e serviços, para pessoas, empresas e cidades. Este centro de pesquisa será o segundo do grupo no Hemisfério Sul e terá também uma aceleradora de startups, acrescentou Bähr. A empresa também mantém laboratórios de pesquisa na França, Bélgica, Chile, México, Emirados Árabes Unidos, Singapura e China.

Incentivos e parcerias 

De acordo com Bähr, a instalação do Engie Lab só foi possível devido a parcerias com o governo federal, o governo de Santa Catarina, a prefeitura de Florianópolis e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

Desde 2016 a Engie vinha negociando os possíveis locais para o investimento com a Apex-Brasil, órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores que atua para facilitar a atração de investimentos estrangeiros diretos. “A escolha da capital catarinense levou em conta informações sobre incentivos fiscais e a presença de um dinâmico ecossistema de inovação”, disse o diretor-presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini. “Temos possibilidades de exportar inovações e tecnologias desenvolvidas aqui no Brasil. Florianópolis, além de ser sede da empresa, é um dos mais importantes polos tecnológicos do Brasil, com mais de mil empresas do setor”.

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