II Fórum de geração distribuída debate potencial do RS

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Um dos estados líderes no ranking nacional de Geração Distribuição (GD), com 12,9% da potência instalada no país, atrás apenas do estado de Minas Gerais (22,9%), o Rio Grande do Sul deverá divulgar em outubro o Atlas Solarimétrico do RS que inclui o mapeamento, identificação e detalhamento das áreas promissoras para o aproveitamento solar no estado, com estimativa do potencial energético de geração distribuída, ferramenta que pode despertar o interesse de investidores em usinas de maior porte e ampliar o interesse nesse setor.

É com esse cenário que a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) realizará em 15 de agosto próximo, das 8h30 às 17h30, o II Fórum de geração distribuída de energia com fontes renováveis.

Mercado deverá movimentar R$ 100 bilhões em 2030
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024, cerca de 1,2 milhão de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil. Isso deverá representar cerca de 15% da matriz energética brasileira e até o ano 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões em território nacional. Para termos uma ideia, a multinacional austríaca Fronius, líder no setor fotovoltaico, vendeu mais de 500 mil unidades de inversores ao redor do mundo no ano passado. No Brasil foram mais de nove mil equipamentos desse tipo, fazendo com que a empresa tenha obtido um crescimento de mais de 50% em território nacional.

Entre os fatores, verificados nos últimos anos, que confirmam o cenário para o crescimento da geração distribuída no Brasil é mencionada a Resolução Aneel nº 482/2012 que permitiu ao consumidor gerar sua própria energia elétrica – a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada – e ainda exportar excedente para a rede de distribuição e compensar posteriormente. Após a revisão desta norma, publicada como REN 687 de 2015, o mercado de micro e mini geração, até 75 KWe 5 MW respectivamente, começou a ter um “boom” em crescimento.
Potencial de crescimento

Outro dado é o potencial de crescimento de unidades comerciais gerando a própria energia: atualmente, quase 80% das unidades consumidores de energia distribuída são de classe residencial. Apenas 15% são unidades comerciais. Portanto, com os benefícios da geração distribuída, a expectativa é que empresas de todos os portes passem a investir em geração própria, como forma de reduzir custos, acumular créditos junto à rede de distribuição principal e ainda se prevenir de aumentos tarifários previstos para os próximos anos.

A entrada de grandes distribuidoras, que já atuam na geração centralizada, no mercado de geração distribuída: percebendo o potencial do mercado brasileiro, grandes empresas – como a CPFL Energia e a Enel – estão investindo em subsidiárias para geração distribuída, com foco na demanda projetada para um futuro bem próximo.

O surgimento de inúmeras opções de financiamento para projetos de geração distribuída, em bancos de fomento e comerciais, tais como: Desenvolve SP, Banco do Brasil, BNDES, Banco do Nordeste, Santander, BV Financeira, Sicredi, BRDE, BDMG, entre outros com boas taxas de juros e capital acessível de longo prazo.

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