Disposta a encarar o desafio de aumentar em 45% a capacidade de geração nos próximos 10 anos, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está desenvolvendo o projeto denominado Inventário Hidrelétrico Participativo. A ideia é dialogar com o mercado e demais setores. Primeiro com os órgãos ambientais estaduais e depois com o Ibama, Ministério do Meio Ambiente e Ministérios Públicos federal e estaduais, informou Ana Cláudia Cirino dos Santos, superintendente adjunta de Concessões e Autorização de Geração da autarquia.
“O que se percebe é que não adianta a Aneel trabalhar para destravar projetos, é preciso viabilidade econômica”, afirmou. “Quando percebemos que existe essa dificuldade oriunda de vários aspectos, resolvemos conversar com os órgãos ambientais, o que se iniciou com a Fepam. Assim, será possível identificar os aspectos ambientais que são intransponíveis e inviáveis”.
A Aneel também firmou parceria com a EPE para revistar antigos projetos de empreendimentos hidrelétricos de maior porte que se encontram disponíveis para identificar custos e benefícios sócio-econômicos para sua inserção na matriz energética. Ana Cláudia participou do 3º Seminário- O Potencial das Centrais Hidrelétricas, promovido pelo Comitê de Monitoramento à Implantação do Programa Gaúcho de Incentivo às Pequenas Centrais Hidrelétricas (Compech).

Professor Luiz Afonso Senna lança “Caminhos e Escolhas” com foco em concessões rodoviárias
Explicar a complexidade por trás da engrenagem que move a infraestrutura de transportes no país, sem se perder no jargão puramente técnico, é o desafio que o engenheiro e professor Luiz Afonso Senna assume em sua nova obra. Intitulado “Caminhos e Escolhas” (Editora Gazeta do Sul, 301 páginas), o livro adota uma linguagem ensaística e fluida para destrinchar o real impacto da infraestrutura no desenvolvimento de municípios, estados e da federação. A publicação marca o primeiro volume de um projeto

