Fepam garante questão ambiental em linha com cronograma de obras de conexão

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Renato Chagas, diretor-técnico da Fepam /Divulgação

Se depender da questão ambiental, as obras dos consórcios vencedores do último leilão de linhas de transmissão não devem sofrer atrasos, segundo afirmou à Modal o diretor técnico da Fepam, Renato Chagas. Dos cinco lotes que foram arrematados no certame, o mais adiantado é do consórcio Chimarrão que adquiriu o direito ambiental das licenças emitidas para a Eletrosul.

Já os lotes 10 ao 14 são equivalentes às linhas que haviam sido licenciadas parcialmente também pela Eletrosul.  Somente o lote 15, da Neoenergia, é totalmente novo e deverá começar do zero, explicou Chagas. O consórcio está na fase inicial de licenciamento com a abertura de processo de licença prévia ou de Relatório Ambiental Simplificado (RAS).

“Nos reunimos com todos os empreendedores por mais de uma vez e deu para perceber que todos têm consciência dos prazos fixados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)”, acrescentou.

O diretor geral do ONS (Organizador Nacional do Sistema), Luiz Eduardo Barata Ferreira, durante a reunião do Conselho de Política Energética do Rio Grande do Sul (Copergs), em 12 de abril, destacou o sucesso do último leilão de transmissão realizado em dezembro de 2018, e compartilhou sua expectativa de celeridade nos processos de implantação dos respectivos empreendimentos licitados.

O representando do Consórcio Chimarrão (Lote 10), Nelson Gravino, voltou a afirmar que a empresa está trabalhando com o prazo de junho de 2021 para a antecipação de suas obras e que por uma questão estratégica do consórcio começará os trabalhos pela SE Candiota 2 525/230 kV.

Sávio Da Rós, da Sterlite (Lote 13), Sávio da Rós, informou que hoje a empresa está trabalhando com o prazo contratual, ou seja, 48 meses. Já Leandro Nascimento, da CPFL Geração, (Lote 11), informou que a empresa até trabalha com a hipótese de antecipação das obras, mas que essa estratégia vai depender muito do andamento das negociações que estão sendo iniciadas.

Gutavo Bibbo de Almeida,da Neoenergia (Lote 14), também informou que a empresa tem interesse em antecipar suas obras, mas que, dada a característica de seu lote, essa estratégia vai depender muito do andamento das negociações com as outras empresas.

Daniel Lagos, da Taesa (Lote 12), previu o prazo de 38 meses para a implantação de suas obras, e que esse foi o prazo considerado para a estratégia de bid do leilão.

 

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