Neohidro vê oportunidades de demanda em GD e se reposiciona no mercado

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CGH Santa Paulina

A Neohidro, de Chapecó (SC), está atuando como investidora desde a prospecção de novos projetos até a captação de empreendedores por meio de parcerias do mercado de energia. Em seu portfólio, ela relaciona 42 unidades de CGHs e PCHs, em estudos e em licenciamentos junto a órgãos ambientais, em um total de 48 MW de potência, correspondente a R$ 250 milhões de investimentos em seis anos, segundo informou o CEO da empresa, Maycon Werlich.

Além de empreendimentos entre R$ 2,0 milhões e R$ 200 milhões, as unidades também  devem contar com participações por meio de cotas em torno de R$ 100 mil, acrescentou.
Dono da  Fortis Construtora,  especializada em construção na área de geração de energia, a Neohidro pretende se reposicionar no mercado com a meta de crescer 30%, neste ano, e 15% por ano nos próximos cinco anos.

“Em médio prazo, a ideia é reunir recursos por meio da venda de projetos já licenciados para atuar na construção de CGHs, com foco no segmento de GD, e em PCHs no mercado livre”, explicou o empresário.

“Vamos criar uma plataforma para reunir nossos projetos e de terceiros  para a venda de cotas,  cobrança pela avaliação, emissão de selo de garantia da Neohidro e também  cobrança de comissões, o que é comum nesse mercado”.

Werlich acredita que em mais longo prazo, a empresa também deverá  investir em outras fontes de energia, como  eólica, solar e gás e criar outros modelos de receitas, como assinaturas para o acesso às informações da plataforma.

História

Criada em 2009, a empresa opera hoje com cerca de 40  colaboradores indiretos nas áreas de engenharia, topografia e meio ambiente, e mais 120  sazonais na execução de obras. Ao longo de sua história, a empresa construiu a PCH Marombas, de 3,4 MW,  e a CGH Médio Garcia, de 1 MW, de propriedade da Hidrelétrica Médio Garcia SPE Ltda. , no rio Garcia, cerca de 15 Km da sua foz com rio Tijucas, na zona rural do município de Angelina( SC).

Também construiu  a CGH Paraíso, de 1 MW, da Hidrelétricas Paraíso SPE Ltda., no Rio das Flores, entre os municípios de Bandeirante e Paraíso. A CGH Zortéa , de 1,8 MW, da Energética Zortéa Ltda, e a CGH  Santa Paulina , de 3,3MW , da Mafras Energia e a Hydromill Participações, localizada no rio Alto Braço, em Leoberto Leal (SC).
Atualmente, a empresa executa o contrato de construção de uma PCH em Pirassununga, São Paulo.

Otimismo
Werlich  é otimista em relação aos leilões de energia  programados para este ano e afirma que apesar da crise hídrica  afetar o setor nos próximos anos, os projetos em GD devem crescer  cada vez mais projetos o que deve somar-se a novas técnicas de construção de usinas. “Vamos mudar esse cenário já no curto prazo”, acredita.

Contato: 49.99802.4706

 

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