Prolux Engenharia supera efeitos do covid-19 na economia e fecha semestre com incremento de 20%

André Rambo, diretor da unidade de Campinas; ao fundo a montagem de quadros elétricos para linhas de transmissão no RS de 500 kV

Mesmo com o impacto do covid-19 sobre a economia, a Prolux Engenharia de Sistemas,  especializada em soluções em energia para indústrias de diversos segmentos, concessionárias e permissionárias, encerrou o primeiro semestre do ano com um incremento de 20% em comparação a igual período do ano passado. A expectativa é de fechar 2020, com 30% de acréscimo em comparação ao ano anterior.

Um de seus principais contratos, no ano, foi fechado pela sua unidade de Campinas, com a GE-Grid para a montagem de quadros elétricos no volume de 25 colunas por mês no período de 12 meses. A fábrica, que atua com uma capacidade instalada de 50 quadros por mês, fornece painéis para subestações de energia, englobando quadros para medição para faturamento, serviços auxiliares Vcc e Vca, proteção e controle, supervisão e de telecom. Com seguidos investimentos em equipamentos de testes, recentemente adquiriu o software alemão Eplan – uma ferramenta para automação de projetos, planejamento, orçamentos e gerenciamento.

Criada em julho de 2004, em Porto Alegre, a Prolux viu surgir a oportunidade de investir em uma fábrica de painéis em 2007, quando fechou contrato de serviços com a CPFL para adequações no mercado livre de energia na região de Campinas. Com prazo inicial de vigência de 90 dias, o contrato foi ampliado, de forma sucessiva, viabilizando a instalação de um escritório regional na cidade.

Devido à demanda sempre crescente, o primeiro escritório de 20 metros quadrados, em menos de três meses teve de ser transferido para uma área de 120 metros quadrados. .

Em 2009, com a filial constituída, ocorreu nova mudança para uma área de 450 metros quadrados, reunindo 40 colaboradores, entre projetistas, montadores, engenheiros, administração e mais um portfólio de clientes formado por empresas como Weg, ABB, Areva, Alstom, Yamana Gold, Siemens e outras.

Ainda nos anos de 2012 e 2013, a unidade de Campinas  fechou dois grandes contratos. O primeiro com a Areva para o fornecimento de 180 colunas para subestações de energia dos parques eólicos do nordeste do Brasil. E o outro, no ano seguinte, com a RGE-CPFL para o fornecimento de 70 quadros de medição de energia de alimentadores das subestações da distribuidora sediada no Rio Grande do Sul.

No ano de 2015, a unidade deu um novo salto, indo para uma área de 1200 metros quadrados, onde hoje está localizada a sua fábrica, no bairro Chácara Campo dos Amarais, ao lado da rodovia D. Pedro I.

Novos contratos de adequação de clientes livres junto com a CPFL Campinas,  em torno de 750 unidades, todas contendo painéis elétricos, além de montagem de painéis elétricos para clientes, como Voith, EDP-Bandeirantes e indústrias de diversos segmentos, como Tetrapak, Whirpool e outras, garantiram à empresa uma alta performance em 2016. Já o biênio de 2017/2018, para a Prolux, não foi diferente do mercado e, devido à crise econômica do país, a unidade de Campinas teve de reduzir a produção.

“Já em 2019 percebemos que o cenário econômico começou a mudar, ainda tímido, mas bem melhor que o ano anterior”, disse a MODAL André Rambo, diretor da unidade de Campinas.

No momento, a empresa opera de acordo com todos os requisitos de segurança para saúde dos colaboradores, com parte dos serviços em home office

 

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