South Service Trading conquista pela 19ª vez o Prêmio Exportação RS, concedido pela ADVB/RS

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Gustavo Souza (C) e Alexandre Souza (E), com Ronnie Titelmaier

Em 33 anos de atividades, a South Service Trading S.A, empresa do Grupo Exicon, conquistou pela 19ª vez consecutiva o Prêmio Exportação RS, concedido anualmente pela ADVB/RS (Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil), na categoria Destaque Empresas Comerciais Exportadoras e Trading Companies.

Alexandre Bücker de Souza, diretor-geral da empresa, lembra que no ano passado, em poucos meses, a pandemia causou grande impacto na cadeia logística. Tivemos muita falta de equipamentos por parte dos armadores, bem como rolagem de navios, afetando diretamente as nossas operações”.

Lockdown

Ele informa que foi preciso manter os armazéns com capacidade muito acima do nível de operação. Todavia, foi possível driblar as adversidades e fazer as entregas no prazo para os clientes.

Em um balanço desde o início da crise sanitária até o momento, Souza informa que o prazo de coleta de um produto até a entrega no seu destino final aumentou muito. “Se antes da pandemia levava 60 dias do Brasil até os Estados Unidos, hoje  leva ao redor de 120 dias, pela falta de contêneires, disponibilidade de espaço em navios, frequência de navios, entre outros”.

“Muitos países passaram por momentos de lockdown, mas graças à forte colaboração com os clientes, conseguimos organizar as remessas e superamos os maiores problemas. A logística de modo geral foi toda adaptada para que pudéssemos passar por esse momento turbulento”, completa.

Demanda maior

Em 2020, a trading gaúcha atendeu a demanda de 65 países, com um crescimento de 20% nas exportações, em comparação ao ano anterior, alcançando R$ 254 milhões no ano.

Mesmo com a covid-19, todos os países se mantiveram ativos, com destaque para os Estados Unidos, que correspondeu a 43% das exportações da empresa. Na sequência, aparece a Ásia com 21%, com destaque para Taiwan e China;  Reino Unido, com  11% do global, e Europa.

Em mais um exercício do grupo gaúcho, o segmento de madeira foi o que apresentou maior demanda, sobretudo da construção civil nos Estados Unidos. Apenas esse item respondeu por 67% do faturamento, correspondente a US$ 33,2 milhões.

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“Estamos muito satisfeitos com os resultados, principalmente nesse período de um ano e meio de pandemia”, avalia Souza, “Nossos colaboradores se mostraram muito resilientes, se adaptaram muito bem ao trabalho em casa e no escritório”, acrescenta. “Nosso clientes também fizeram um trabalho exemplar, em um momento histórico e desafiador, produzindo ótimos produtos com a qualidade necessária e pontualidade nos prazos”.

Já em relação às projeções para este ano, Souza prevê um novo incremento de 30% sobre o ano anterior, com uma corrente de comércio de R$ 1,5 bilhão.

Atuando como uma facilitadora de comércio exterior das pequenas e médias empresas, o grupo teve um incremento no seu volume de negócios, desde que se iniciou a pandemia, na ordem de 235%.

 

 

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