agosto 31, 2020

Regulação da distribuição de gás

Jerson Kelman A Constituição de 1988 atribuiu a responsabilidade por serviços públicos a diferentes entes federados, dependendo da escala geográfica. Se a prestação do serviço depender de infraestrutura espalhada pelo o território nacional, caso da energia elétrica, o titular é a União. Tem funcionado bem, apesar da complexidade e dos problemas do setor. Há apenas uma agência reguladora –a ANEEL –que conseguiu criar ambiente seguro para o aporte de investimentos.O resultado é que praticamente todos os brasileiros têm acesso à

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A “curva do ganso” e as lições da crise da Califórni

Por Edvaldo Santana O último artigo (Crise na Califórnia? E no Brasil?) foi concluído com uma pergunta, se crise semelhante poderia acontecer no Brasil, particularmente no Nordeste, e uma resposta: NÃO. Mas que não deveríamos facilitar. O setor elétrico brasileiro teve e ainda mantém uma forte inserção de fontes renováveis (15,5 GW de eólica, 15 GW de biomassa, 5,6 GW de PCH e 6 GW de solar, compreendendo, centralizada e geração distribuída – GD), que correspondem a cerca de 25%

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Com o fortalecimento da Agergs, o governo do RS garante ambiente regulatório favorável às concessões, diz Luiz Afonso Senna

Entrevista a Milton Wells (mwells.revistamodal@gmail.com) Nas últimas semanas, o professor Luiz Afonso dos Santos Senna vem recebendo felicitações por sua indicação – primeiro como conselheiro e depois como presidente da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs) –, de potenciais investidores  de todo o país. De todos tem ouvido opiniões de que se sentem seguros em participar das concessões no RS, graças à sinalização do governo do estado de fortalecer a agência reguladora

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