
As agências e os desafios da regulação no Brasil: Dos riscos e tentativas de captura à autofagia
Luiz Afonso dos Santos Senna (*) A prosperidade não tem ideologia. (Hélio Fernandes) Sai governo, entra governo. Esta é a saudável rotina democrática. Ficam heranças, boas ou não, consequência das convicções ideológicas de quem sai, parte do rito que se repete a cada quatro anos. Esta sequência imprime o ritmo da construção do país e ecoa ao longo do tempo. União, estados e municípios vão se moldando, e a expectativa é que no longo prazo seremos uma nação
