
Setor da construção pesada teme retroceder para a época do tapa-buraco
Empresas rescindindo contratos, demitindo funcionários e deixando de honrar seus compromissos com fornecedores em decorrência da falta de pagamentos do governo. Esse é o quadro do setor da construção pesada no país, segundo o presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor), José Alberto Pereira Ribeiro. Até a segunda quinzena de agosto, o governo mantém um débito de R$ 1,8 bilhão e se as parcelas continuarem a ser pagas no atual ritmo, com 120 dias de atraso, no