
Falta de competitividade de projetos eólicos do RS tem solução
A falta de uma política de desenvolvimento capaz de atrair fábricas de equipamentos como torres, aerogeradores e naceles ( compartimento que abriga todo o mecanismo do gerador), é apontada como um dos fatores da falta de competitividade dos projetos gaúchos de energia eólica nos leilões promovidos pelo Ministério de Minas e Energia. Dos 15 certames realizados até o momento, o Rio Grande do Sul arrebatou apenas 12,4% do total, o correspondente a 1.810,90 MW, diante de 86% da região Nordeste,