
Geração hidrelétrica é a melhor forma de resolver a intermitência de fontes eólica e solar, diz Ricardo Pigatto
A existência de uma legislação “esquizofrênica” que optou pelas termelétricas a óleo para suprir a intermitência de geração das fontes eólica e fotovoltaica e a forma como os órgãos ambientais satanizaram o setor são fatores que contribuíram para a perda de espaço das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no mercado de energia. A opinião é do diretor técnico da Associação Gaúcha de Pequenas Centrais Hidrelétricas (agPCH), Ricardo Pigatto, para quem apesar da complexidade do sistema elétrico brasileiro muitas vezes são adotadas