
Gargalos ainda impedem o avanço do mercado de carbono no país, segundo o economista Daniel Vargas da FGV
O mercado de créditos de carbono, certificado que atesta e reconhece a redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE), ainda deve patinar no Brasil. Segundo o economista Daniel Vargas, coordenador do Observatório de Bioeconomia da FGV, existem lacunas a serem resolvidas e a primeira delas é o aspecto jurídico. “Falta uma lei nacional que defina com clareza como esse mercado funcionará entre nós, quem poderá vender o quê, e quem poderá comprar”, assinala Vargas. Em sua visão, o